quarta-feira, 22 de junho de 2016

Olaf: O Guerreiro Viking. - Capítulo 2: A segunda Horda

Capítulo 2: A Segunda Horda

Igor alguns minutos antes ficou sabendo que estavam sob ataque no ponto ocidental em relação ao extremo oriente onde Olaf defendia, lá já havia dois dos soldados dele para transmitir a estratégia.

- Senhor. Preciso lhe transmitir como derrotar este imenso exército. – Disse o primeiro soldado.

- Com ordem de quem você vem até aqui para me subordinar? – Questiona o comandante Viking da segunda região atacada.

- Recebemos esta missão de Olaf. Fizemos parte do batalhão que derrotou a primeira horda mais ao oriente. – Disse o segundo soldado.

- Deixe-nos auxiliá-lo nesta batalha senhor, temos uma estratégia para derrotar tais hordas. – Disse o primeiro soldado.

- Eu precisando de um batalhão inteiro de defesa e Olaf me envia apenas dois homens insubordinados. – Disse o comandante.

- Deixe-me intervir senhores. – Disse a comandante da artilharia. – Os soldados de Olaf devem ter razão, afinal acabei de receber o relatório elaborado pelo próprio Igor dizendo que o seu batalhão conseguiu defender com extrema eficácia o seu ponto. Lembrando que se nós cairmos pode significar a ruína de nossa civilização. – Alertou.

- Eu não posso ser diminuído por dois subordinados e uma mulher, além de deixá-los comandar por mim! Saiam da minha frente! Vocês cuidem de suas funções, como determinado por ação normativa do conselho!

- Gostaria de alertar senhor, segundo a mesma ação normativa que nos impede de intervir em situações normais, pode nos dar o dever de intervir em caso de invasão ou queda do povo nórdico. – Esclareceu o primeiro soldado.

- Isto não passa de uma mentira, vou consultar o cônsul da cidade! Soldados põem-se apostos, vamos chutar alguns traseiros Mings. Disse o comandante da segunda região.

O segundo soldado busca o cônsul rapidamente e logo esclareceu a situação a ele.

- Não há tal norma aprovada no conselho meu senhor, mas me parece coerente aplicar esta que estará em votação nos próximos dias. – Disse o cônsul.

O mesmo cônsul chegou acima da muralha e pediu o comunicador de uma das artilheiras emprestado, sendo atendido de imediato por ela.

- Senhor comandante da segunda região, declaro você inapto para o comando, colocando no comando solidariamente estes dois senhores que esnobaste! Aqui é o cônsul da segunda região.

- Isto é um absurdo! – Disse o comandante enquanto aguardava a aproximação dos Mings.

O segundo soldado corre para pegar um dos planadores, já com sua armadura ele ultrapassa a linha de frente Viking. O primeiro soldado antes de acompanhá-lo tenta colocar panos quentes.

- Não é necessária tamanha medida. Nós viemos prestar auxílio.

- Então sugiro que você vá ajudar o seu companheiro. – Disse o cônsul.

Ele então avista o primeiro soldado girando o machado com uma corda na ponta em seu punho contra uma águia de ferro em pé em seu planador, indo diretamente à linha de frente Ming. Logo em seguida ele desce para tentar dar cobertura. O primeiro soldado somente depois que o segundo lança o machado, fura a linha de frente Viking. O subcomandante fica em dúvida de tomar o controle do batalhão, pois ele é o herdeiro natural em caso de morte ou em caso de desautorização de seu comandante. Nisto o machado de guerra atinge a queima roupa o casco superior do avião, atingindo o piloto, ele senta no planador, mas já era tarde, choca-se com a frente do exercito Ming. O primeiro soldado pega o machado que estava encravado na cabeça do piloto com a aeronave ao chão. Em seguida ele lança naquele borbulho que se formava envolta de seu companheiro, lançou o planador encima dos atacantes e se lançou sobre o carro de guerra mais próximo. O segundo soldado, em meio à confusão já estava gravemente ferido, mas conseguiu pegar o seu machado e se manter vivo por mais algum tempo. O primeiro soldado vai em direção ao segundo pilhando ensandecidamente, os membros dos seus inimigos, arrancados em golpes únicos, ele gira o machado em direção aos inimigos em volta, estraçalhando pernas, cortando artérias, arrancando mãos e perfurando o peito dos inimigos com uma ponta, entre os dois fios de lâmina. No processo ele era atingido por lanças longas em variadas partes do corpo e chega a tempo defendendo-o de uma das lanças com o seu machado de guerra, recebendo outro golpe de espada Ming na lateral de seu abdômen.

- Graças à Odin! Você chegou há tempo. – Disse o segundo soldado.

- Não se preocupe amigo, vamos sair vivos desta.

Os soldados Mings estavam tentando cercá-los, mas eles recuavam a medidas espessas. Um dos soldados olha para trás e vê que o batalhão não avançou, mas o subcomandante estava vindo ao resgate daqueles homens sob uma saraivada de lanças. Ele desviava com destreza das tentativas vãs dos inimigos de o atingirem, correndo de um lado para outro, erguendo o seu escudo e assim avançando. Quando estava próximo de resgatá-los, o soldado que foi salvo pela primeira vez toma a frente e lança o outro ao chão, afastando-o da vastidão do exército Ming, recebendo vários golpes de lanças e espadas pelo corpo, tornando indefensável qualquer golpe daqueles.

- Não! Malditos Mings! – Gritou o outro soldado, sendo puxado pelo subcomandante assim que ele levanta para avançar.

- Ficou louco? Venha, temos que recuar! – Disse o subcomandante.


- Não! Vikings nunca recuam! - Disse o soldado se soltando de seu subcomandante.

O subcomandante pegou-o novamente antes que pudesse avançar e o fez desmaiar com um golpe com o cabo do machado de guerra no dorso, colocou no planador e recuou carregando-o.

Ao chegar em frente à parede gritou para que as artilheiras se preparassem para a chegada dos Mings. Nisto o seu companheiro acorda:

- O que está acontecendo? Eu ia acabar com eles!

- Você estava morrendo, isso sim!

Então ele deu a ordem quando estavam a poucas centenas de metros de distância dos muros, os Mings levantaram a guarda para se defender dos projéteis e abriu caminho para a matança daquela dupla de vikings sedentos e acuados. Causando caos na linha de frente, fazendo com que atingissem uns aos outros. As artilheiras eram habilidosas o suficiente para não atingi-los em combate, deixando uma pequena área livre de flechas; este espaço os seguiam por onde quer que avançassem, como um balé de guerra com as suas lâminas mordendo o couro inimigo, demolindo carros de guerra com um golpe, liquidando os inimigos.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Toda guerra

Olá caros leitores, tudo bem com vocês? Muito bem, todos nós sabemos que as guerras foram causadas por interesses escusos de uma parcela pequena e abastarda da população, também sabemos que desde sempre os pequenos foram manipulados para seguir estes preceitos e cumprir as suas ordens subliminares, hoje irei lhes fornecer uma linha de pensamento.

Muitos podem dizer; você não tem opinião? Eu posso dizer que não, pois não existe uma resposta correta para a pergunta; de qual lado você está? Claro que se você perguntar se está do lado do bem, você vai responder que sim. Mas pense agora para você se posicionar politicamente e defender esta posição? Pense um pouco...

Pensou? Pois bem, aposto que a maioria das pessoas procurou mais motivos para não acreditar nas demais posições diferentes do que defender a sua própria posição. "Ah a esquerda é golpista e coxinha" ou então "ah esses petralhas só defendem ladrões". Pelo amor de Deus! (ou pelo amor de quem os ame, afinal não sei se tem ateus lendo este post 😃) vocês pertencem à uma espécie de primatas que havia pouco tempo estava caçando lobos com as mãos e coletando frutinhas na floresta, agora é o animal dominante; produzindo o seu próprio meio, nossa capacidade cognitiva tem que ser maior do que nossa opinião!

Pois bem, a impressão de que esse tipo de coisa me dá é que mataram a filosofia e ninguém me avisou. Pessoal, filosofia é, foi e será pra sempre a base de todo o conhecimento, os humanos tornaram-se tão soberbos que acham saber tudo e não precisa de reflexão ou do modo de ver do outro? Estamos em uma época onde podemos produzir mais conteúdo filosófico do que jamais estivemos oportunidade de apreciar. O recado que quero passar é que primeiro tente ler mais para poder entender o discurso do outro, o segundo recado é de que você sempre que ouvir alguém contrário à sua opinião deve-se partir do princípio de que você está errado e se colocar no lugar do outro, investigar os seus próprios conceitos formados e crenças e se perguntar; será que eu estou errado? Ao invés de apontar dedos logo no início?

Se gostaram deixe seu curtir, + ou recado. Se discorda que todos deveriam discordar de si mesmos coloca aí a sua opinião! Obrigado por me lerem mesmo se discordar de mim.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Discorde concordando

Olá caros leitores, tudo bem com vocês? Pois bem, ficaram confusos com o título? Hoje irei discordar concordando e lhes ensinar como fugir de uma guerra de opiniões quando o seu "oponente" não está interessado em mudar ou escutar você.

Ora, logo que você vê que você apresentou fatos que ao seu ver são incontestáveis, não insista, diga apenas que é bom acreditar no que ele acredita ou ainda que seu ponto de vista é interessante, ainda você pode dizer que concorda com ele, mas tem dúvidas sobre alguns aspectos desta linha de pensamento mas "tá bom". Viu, você concordou discordando, isso pode machucar o seu ego ou sua visão de mundo, mas te garanto que é libertador quando você aprende a fazer isso e fugir de discussões sem sentido e que muitas vezes você nem sabe como se deu início. Lembrando que se você já foi incisivo e já está em uma batalha sem fim, faça uma piada com o assunto, de preferência com o seu ponto de vista como foco, diminua o valor da discussão. Como um animal que perde interesse por uma presa que não foge, este seu amigo pode até alavancar a sua pessoa em seu próprio conceito "nossa, que cara gente boa! Ele não é uma daquelas pessoas chatas que ficam impondo a opinião aos outros".

Viram só que bacana? Você preserva uma amizade ou relacionamento com quem gosta ao mesmo tempo que discorda desta mesma pessoa!
Gostaram do post? Não gostou? Discorde concordando comigo aqui embaixo e não se esqueça de compartilhar este post com esse seu que discorda com você "li um post muito bom sobre opinião, dá uma lida!"




Valeu pessoal!

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Teorias da Conspiração

Olá caros leitores, tudo bem com vocês? Pois é, já viram a onça que vou cutucar com vara curta aqui hoje, não é?

As teorias da conspiração povoam o imaginário popular, não vou abordar nenhuma em específico, apenas vou dar um remédio paliativo para que vocês possam ver o meu lado; o da descrença em teorias conspiratórias.

Primeiro gostaria que seja dito aqui que coisas como "o homem não foi à lua"(claro que não,foram 12), "essa vacina serve pra nos marcar pros Iluminat" (esse tipo de afirmação só atrapalha o avanço da ciência), "os alienígenas nos visitaram no passado e ainda estão por aqui" (vem cá, você não acredita que tem coisas muito mais prováveis que ocorreram e explicam praticamente todas as coisas do passado da humanidade?).

Pois bem, o segundo ponto é que quero deixar claro que isso não quer dizer que eu não aborde isso em um futuro livro, pois eu adoro encaixar uma ficção no meio do mundo real e isso parecer verossímil, não estou sendo incoerente; apenas demonstrarei que é questão de pensar um pouco e você pode criar qualquer coisa (praticamente) que pareça verossímil para a maioria das pessoas e não ser verdade.

Bom, cheguei ao meu ponto aqui. Saibam distinguir o que é uma teoria absurda e uma mentira deslavada de algo que já teve provas que não aconteceram, assim a própria palavra teoria não faz sentido se for derrubada e descartada mediante provas. Vocês podem argumentar que o mundo é regido por uma organização misteriosa e eles são cuidadosos em não deixar pistas. Eu lhe digo que isso é mentira, mas não descarta conspirações locais, essas sim são não só possíveis como mais prováveis.

As teorias que dizem haver um lobby de empresas privadas influenciando as decisões do governo não são apenas prováveis, mas são constatadas como fatos em muitos países (inclusive o Brasil no passado recente, apesar de não ter ninguém preso por isso até agora).

Já as teorias de uma organização mundial que controla tudo e todos eu posso derruba-la com um argumento bem simples. Quem conhece a natureza humana sabe muito bem que um grupo de pessoas só agem juntas por interesses em comum. Mas apesar disso é bem raro existir consenso sobre qualquer assunto em um numero grande de pessoas, logo uma organização mundial multiétnica e multicultural é inviável e muito problemático para ser controlado. Se um dia isso existiu não durou muito tempo, os objetivos das pessoas tendem à mudança, uma prova disso é que eu mesmo já acreditei nestas mesmas teorias, mas eu desvendei aos poucos fatos que não faziam sentido algum ao meu ver, baseado no que comecei a adquirir de conhecimento em leitura e documentários (conspiracionistas e não-conspiracionaistas). Sugiro que levantem e andem pelo mesmo caminho que eu, mesmo crendo que muitos não terão exatamente a mesma conclusão, afinal é isso que nos fazem diferentes. 

Gostou do post? Deixe nos comentários a sua opinião. Compartilhe esta reflexão!

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Uma viagem para o princípio

Quando tive aquele surto; vi tudo. 
- Como assim tudo?
Eu vi ao longe pequenas estrias de plasma num fundo negro, como cordas se entrelaçando para formar um tecido. Eu tentei agarra-las enquanto estava solto naquele espaço estranho; não havia frio nem calor, tudo o que existia eram aquelas linhas suaves que aumentavam e diminuíam conforme pulsavam. Quando pude colocar as mãos nelas, elas passaram pelas minhas mãos, não como se fossem linhas fantasmas, mas se eu mesmo fosse o fantasma e aquelas linhas fossem sólidas; durou um segundo. Não que exista tempo em tal lugar, me pareceu tão real, tão vívido.
Quando aquele intervalo de tempo passou; foi pleno. Logo me transferi para dentro daquelas linhas, fiquei confuso e pensei ter enlouquecido mas era tão real. De dentro daquela linha vi várias pequenas partículas que dançavam pelo tubo, pareciam se mover aleatoriamente. Mas respirei fundo e comecei a ver um padrão daquelas partículas em espiral, vindo de minha retaguarda para frente. Observei com atenção aquelas partículas; algumas pareciam sumir, outras apareciam do nada. Determinei valor para elas: 0 e 1. O primeiro é nada e o segundo determina tudo, mas pareciam aparecer ao mesmo tempo, comecei a contar estes valores em sequencia até onde minha mente permitiu. Depois de um tempo, ao menos em minha percepção de tempo, vi um grande plasma surgindo de fora, era feita da mesma coisa donde estava, vi um clarão e rajadas de partículas 0 e 1 se espalhando pelo espaço, senti um grande calor e em seguida acordei. Vi tudo! absolutamente tudo que minha mente pôde absorver, creio que estou limitado à minha própria existência para determinar o que isso significa.